Ela não é uma triatleta nata.
Ela se tornou o que é — e isso se vê nela. Não é talento. É trabalho, repetição, vontade. Uma brasileira que chegou a Berlim e aprendeu que o corpo pode mais do que a gente imagina.
Da meia maratona de 2023 ao salto no Mediterrâneo. Do asfalto do Tempelhofer Feld ao Campeonato Mundial em Nice. Cinco heroínas em uma só: a buscadora de horizontes, a selvagem, a justa, a que enxerga através, a que ri. E uma pergunta no dia 12 de setembro: do que um ser humano é capaz quando tudo se encaixa.
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